sexta-feira, 5 de setembro de 2014

o meu voto para ti...



Poderia começar a descrever o horizonte. Mas o horizonte tem limmite, é o limite ou parece o limite. Portanto, seja lá o que for é pouco comparado com o amor que sinto por ti.

Poderia começar por descrever o vôo da nota de dez euros que nos uniu o olhar, que semeou a nossa cumplicidade e nos mostrou o espelho que somos um para o outro.

Ou então poderia copiar alguns versos de um pobre poeta, ou de um pseudo-escritor, que sou eu, que aprendeu a escrever só para ti na esperança de resgatar o teu coração.

Também poderia iniciar pela frase "vou tentar escrever-te as mais belas palavras de amor..." mas isso já está muito gasto, muito dito, muito perdido.

Perante os nossos mais queridos só posso declarar que te amo mais que tudo na vida e que só daqui a oitenta anos é que vos poderei explicar ponto, por ponto, como a Catarina, como tu meu amor, tornou a minha vida num sonho, num romance, numa história, numa aventura, sem medo de amar a cada momento.

És agora minha esposa, continuas a ser a minha princesa, o meu amor, a minha plenitude, o meu equilíbrio.

Repetindo amor trinta vezes, ou declará-lo infinitamente, apenas faz com que a palavra perca significado.

Por isto, tu sabes, nós somos a nossa história, as nossas coisas, sejam lá quais forem, somos as nossas próprias palavras, imagens, fotografias, desenhos, telas, plantas, animais, valores, sonhos, varandas, livros e pratos, sorrisos e lágrimas, vitórias e derrotas, livros e jornais, dias e noites, nós somos o nosso amor e... o amor tudo pode! Só tu podes alcançar. Só tu.